Rede cegonha na Região Norte: análise de uma década dos indicadores de morbidade e mortalidade
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5215Resumo
A mortalidade e morbidade materna, fetal e neonatal são indicadores relevantes para análise da saúde materna e infantil. No Brasil ainda temos taxas preocupantes destes indicadores, principalmente na região norte. Este estudo objetivou analisar os indicadores de morbimortalidade da Rede Cegonha na região Norte no período de 2012 a 2021, através de um estudo ecológico, de série temporal, retrospectivo, com dados secundários, do Painel de monitoramento da mortalidade materna e de Nascidos Vivos, do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância das Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e dados do Departamento de Doenças Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (MS).O estudo evidenciou que os estados de Tocantins e Amapá tiveram aumentam da incidência de Sífilis congênita. A mortalidade infantil aumentou em Roraima e no Acre. Já no Amazonas e Tocantins tiveram aumento da razão de mortalidade materna, sendo em 2021 o maior registro deste indicador. A mortalidade infantil se manteve crescente na região norte até o ano de 2018, e com queda a partir desse ano nos estados do Acre, Amazonas, Roraima e Tocantins. A rede cegonha colaborou para redução da morbimortalidade materna e infantil, mas a região norte ainda apresenta desafios para uma atingir as metas propostas pelo Ministério da Saúde. Neste sentido, o fortalecimento desta linha de cuidado, com foco no pré-natal deve ser prioridade para esta região.
Palavras-chave: Indicadores Morbimortalidade; Mortalidade Materna; Mortalidade Infantil; Serviços de Saúde Materno-Infantil.
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