Funk Carioca – A Cronologia do Improvável
Abstract
A proposta do artigo se detém na análise do funk no Rio de Janeiro enquanto potencializador e agregador do movimento popularmente conhecido como funk carioca, nas décadas de 1980/1990/2000, e traçar a partir do que denominaremos cronologia afetiva¹ uma linha que sirva como fio condutor histórico/cultural que permita observar suas origens, aspirações, afetos e suas convicções. Assim, o intuito é o de apresentar a possibilidade dessa expressão musical e cultural, na sua forma mais sincera e idiossincrática, sem deixar de abordar temáticas intrinsicamente ligadas ao movimento, como racismo, desigualdade social e violência policial, dentre outros. A análise será dividida em quatro momentos distintos, que servirão como ponto de partida e apresentarão de forma objetiva e crítica, mas eminentemente lúdica, como esses momentos se relacionam, e como sua emersão sobre-excedeu os becos e vielas dos morros e subúrbios, e se tornou um movimento reconhecido e relevante não só no cenário local, mas também no cenário nacional: Miami Bass – O funk carioca que nasce nos EUA, Rap de festival – Orgulho da favela, Rap Romântico – Os brutos também amam, e finalizaremos com Montagens – Equipes e DJ’s.
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Copyright (c) 2025 Maria Clara Alves de Fernandes, Fabio Dos Santos Silva

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