AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DE HIGROSCOPICIDADE DO CLORIDRATO DE CISTEÍNA NAS CÁPSULAS DURAS

  • Caio Staph Fontes
  • Luiz Fernando Chiavegatto
  • Marcos A. Alves
Palavras-chave: Higroscopia, Cisteína, Excipientes, Manipulação Magistral.

Resumo

O presente estudo elucida uma possível interferência na integridade das
cápsulas duras gelatinosas perante a absorção higroscópica de alguns princípios ativos.
A l-cisteína é considerado pela literatura um fármaco muito higroscópico por este motivo
foi escolhida para ser o ativo do estudo, onde foram feitas várias formulações com o seu
derivado o cloridrato de cisteína anidra e excipientes que possuem características
absorventes e são utilizados para suprimir a característica higroscópica do ativo e manter
a cápsula sem nenhuma alteração física estrutural. Os excipientes escolhidos para o
trabalho foram o amido, o dióxido de silício coloidal (AerosilÒ 200) e o carbonato de
magnésio. Após manipuladas, essas cápsulas foram submetidas a 2 testes. O primeiro
teste analisava a estrutura física da cápsula e a sua variação de peso enquanto elas
estavam dentro do recipiente original da farmácia manipuladora; o segundo analisava a
estrutura física da cápsula e a variação de peso enquanto elas estavam em processo de
estudo de estabilidade acelerada, nas condições de temperatura e umidade relativa do ar
ambiente.

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Publicado
2016-09-27
Como Citar
Fontes, C. S., Chiavegatto, L. F., & Alves, M. A. (2016). AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DE HIGROSCOPICIDADE DO CLORIDRATO DE CISTEÍNA NAS CÁPSULAS DURAS. Revista De Saúde, 3(2), 04-13. https://doi.org/10.21727/rs.v3i2.77
Seção
Artigos Originais