Percepção da equipe de enfermagem sobre impactos da pandemia covid-19 sobre o trabalho na CME

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v14i3.3634

Resumo

A COVID-19 é uma emergência de saúde pública, pois já causou infecção em 37.994.356 milhões de pessoas e 706.986 mil óbitos no Brasil, atualizados em novembro de 2023. Objetivos foram identificar a percepção da equipe de enfermagem sobre os desafios e as adequações adotadas na central de material e esterilização em meio à pandemia da COVID-19, assim como analisar os procedimentos preventivos implementados. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital onde foi realizado, com parecer de nº 4.502.948 e número de CAAE 40783820.3.0000.5282. Foi desenvolvido um estudo qualitativo realizado com 28 profissionais de enfermagem. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados mediante transcrição e análise de conteúdo.  A partir da análise de conteúdo foram identificadas duas categorias: (1) Percepção da equipe de enfermagem sobre os desafios e mudanças frente a pandemia pela COVID-19 e (2) aspectos de biossegurança implementados para prevenção da COVID-19.  O estudo permitiu descrever a percepção da equipe de enfermagem da Central de Material e Esterilização sobre os desafios e mudanças e medidas preventivas no setor acerca do contexto da pandemia da COVID-19, ressaltando a importância e ofertando destaque aos equipamentos de proteção, ainda nesse sentindo fundamentando a contribuição do profissional enfermeiro em empoderar a equipe com ações educativas como capacitações. Ao final do estudo podemos concluir que os objetivos do estudo foram atingidos, mas a temática sugere novas pesquisas que venham contribuir sob novas perspectivas no âmbito das centrais de material e esterilização.

Palavras-Chave: Esterilização; Equipe de Enfermagem; Infecções por Coronavirus.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Thamyres de Medeiros Pereira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Enfermeira. Especialista em Centro Cirúrgico e Central de Material e Esterilização. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil.

Ariane da Silva Pires, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Doutora em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2019). Docente - Professora Assistente da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (ENF/UERJ). Coordenadora Adjunta do Curso de Especialização Lato Sensu em Enfermagem Clínica (ENF/UERJ). 

Deyse Conceição Santoro Batista, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Professor Titular aposentada da Escola de Enfermagem Anna Nery. Universidade Federal do  Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil.

Rogério Marques de Souza, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Enfermeiro. Chefe do Centro Cirúrgico do Hospital Universitário Pedro Ernesto. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil.

Fernanda Corrêa de Sá, Universidade Federal Fluminense (UFF)/PACCS

Enfermeira. Mestranda do Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde da Universidade Federal Fluminense-UFF Chefe do Centro de Material e Esterilização do Hospital Universitário Pedro Ernesto. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil.

Carlos Eduardo Peres Sampaio, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Professor Associado do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil.

Downloads

Publicado

2023-12-23