Adesão aos cinco momentos de higienização das mãos na terapia intensiva em tempos de COVID-19

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v13i2.3388

Resumo

Objetivos: avaliar a adesão da equipe multiprofissional aos cinco momentos de Higienização das mãos no cenário de Terapia Intensiva de pacientes acometidos por COVID-19, e, comparar a densidade de incidência de micro-organismos multirresistentes no período pré e trans pandemia na Unidade de Terapia Intensiva. Métodos: estudo seccional, descritivo, retrospectivo onde a amostra foi extraída dos registros do banco de dados de monitorização de Higienização das Mãos da Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar da instituição. Para tratamento dos dados foi utilizada estatística descritiva (frequência, medidas de tendência central e de dispersão) e analítica com o teste qui quadrado de Pearson e Teste Exato de Fisher. Resultados: Foram analisadas 377 oportunidades de Higienização das Mãos obtendo uma adesão de 34%. A equipe de enfermagem obteve maior número de oportunidades de Higienização das Mãos, enquanto a equipe de fisioterapia obteve menos oportunidades. O momento “após o contato com o paciente” obteve maior conformidade quando comparado com o momento “após o contato”. Quanto à escolha de solução, os enfermeiros utilizaram mais água e sabão, e, médicos e técnicos de enfermagem utilizaram mais solução alcoólica. Comparando os momentos com a escolha de solução, no momento “após o contato com o paciente” houve preferência por utilizar água e sabão. Quando comparado no trans pandêmico observou-se elevada incidência de micro-organismos multirresistentes.

Palavras-Chave: Higiene das Mãos; Unidade de Terapia Intensiva; Equipe multiprofissional; COVID-19.

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Biografia do Autor

Milena de Queiroz Constantino, RE- UNIRIO

Enfermeira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. RE-UNIRIO (Pós-Graduação em Nível de Especialização, Sob a Forma de Treinamento em Serviço Para Enfermeiros, nos Moldes de Residência). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Claudia Regina da Costa de Souza, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Enfermeira, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ.  Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Raquel Pereira Batista, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Enfermeira, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ.  Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Aline Miranda da Fonseca Marins, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery, Doutora e Mestre em Enfermagem, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Cecília Maria Izidoro Pinto, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery, Doutora e Mestre em Enfermagem, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Francimar Tinoco de Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery, Doutora e Mestre em Enfermagem, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

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Publicado

2022-12-22