Consequências no desenvolvimento da criança e adolescente vítima de violência intrafamiliar

Resumo

A violência é um problema de saúde pública e tem maiores agravos quando acontece durante a infância, podendo provocar consequências no amadurecimento da criança, fazendo com que a mesma possa desenvolver problemas durante a vida adulta. A violência contra criança começou a ganhar relevância com a implantação do Estatuto da criança e do adolescente nos anos 90, onde o mesmo tem o objetivo de proteger integralmente a criança e o adolescente. Até pouco tempo, a violência contra criança era considerada como problema familiar sendo utilizado como um método de educar a criança. Com isso, o presente trabalho tem por objetivo identificar quais as principais consequências no desenvolvimento da criança e adolescente que foi vítima de violência intrafamiliar. Trata-se de uma pesquisa reflexiva, com abordagem qualitativa. Os critérios de inclusão e exclusão para a seleção da pesquisa foi estar disponível na íntegra em lingua portuguesa, entre os anos de 2014 a 2020. Quando a violência é praticada por um membro da família, a criança tem a crença de proteção familiar rompida, gerando distúrbios de julgamentos e na habilidade de ter relações nas quais o amor, carinho e proteção estão envolvidos. O enfermeiro é um profissional importante para o enfrentamento da violência contra criança e adolescente. Além de notificar para as autoridades, os enfermeiros podem estar vindo a investigar os casos através de visitas domiciliares no caso de enfermeiros da atenção básica. Finalizando esse estudo, é mais do que evidente a importância da capacitação de todos os profissionais da saúde tanto no âmbito hospitalar quanto na atenção básica, os profissionais enquanto capacitados tendem a ter um olhar mais holistico para a população infanto-juvenil.

Palavras-chave: Criança e adolescente; Enfermagem; Intrafamiliar; Violência.

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Biografia do Autor

Lara Luiza Lemos Machado Hingel, Universidade de Vassouras

Graduanda de Enfermagem/ Universidade de Vassouras/ Vassouras / RJ / Brasil.

Alessandra da Silva Souza, Universidade de Vassouras

Enfermeira Mestre em Enfermagem pela Universidade de Vassouras. Professora Adjunta da Universidade de Vassouras/Vassouras / RJ / Brasil.

Thiago Augusto Soares Monteiro da Silva, Universidade de Vassouras

Doutor em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Pós-graduado em Enfermagem em Oncologia Clínica pela Universidade Veiga de Almeida. Professor Adjunto do curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras/ Vassouras / RJ / Brasil.

Lília Marques Simões Rodrigues, Universidade de Vassouras

Coordenadora do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras. Mestre em Enfermagem pela EEAAC-UFF. MBA em Administração Hospitalar pela Universidade Severino Sombra. Especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Severino Sombra. Habilitada em Médico Cirúrgica pela Universidade Severino Sombra. Professora Adjunta do Curso de Enfermagem na Universidade de Vassouras/ Vassouras /RJ/ Brasil.

Jannaina Sther Leite Godinho Silva, Universidade de Vassouras

Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense. Especialista em Neonatologia pelo Instituto Fernandes Figueira/Fio Cruz. Especialista em Fitoterapia, Suplementação de Alimentos Funcionais na Prática Clínica pelo Centro Universitário de Volta Redondo. Especializando em Acupuntura pelo Incisa/IMAN. Graduada em Enfermagem pela Universidade Severino Sombra. Professora Adjunta do curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras/ Vassouras / RJ/ Brasil.

Vinícius Marins Carraro, Universidade de Vassouras

PhD em Medicina Veterinária – Parasitologia Veterinária. Professor Adjunto dos Cursos de Enfermagem, Medicina, Medicina Veterinária e Mestrado Profissional em Ciências Ambientais pela Universidade de Vassouras / Vassouras / RJ/ Brasil.

Publicado
2021-07-15