Encadeamentos da Doença Renal Crônica e o impacto na qualidade de vida de pacientes em hemodiálise

  • Wanderson Alves Ribeiro Universidade Federal de Saúde https://orcid.org/0000-0001-8655-3789
  • Denilson da Silva Evangelista Graduando em Enfermagem pela Universidade Iguaçu. Preceptor do curso de graduação em Enfermagem da UNIG; Enfermeiro no Hospital Carlos Chagas; enfermeiro Centro de Atenção em Saúde Funcional (CASF) Ramon Pereira de Freitas; Pós-Graduando em Enfermagem em Alta Complexidade pela UNESA. E-mail: denilsonevan@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-7282-0361
  • Júlio César Figueiredo Júnior Enfermeiro. Graduado pela Faculdade de Saúde Ibituruna – FASI; Pós-Graduado em Saúde da Família e Protocolo de Manchester (IPEMIG). E-mail: julio.enf_@hotmail.com https://orcid.org/0000-0003-3406-1234
  • Julio Gabriel Mendonça de Sousa Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. E-mail: juliogabriel33@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-8013-3369

Resumo

A doença renal crônica (DRC) trata-se de enfermidade caracterizada pela perda permanente e irreversível das funções dos rins, comumente associada a diabetes mellitus e hipertensão arterial e que pode progredir para uma fase mais severa, chamada de doença renal crônica terminal (DRCT). Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa e caráter descritivo. Como metodologia, utilizou-se a Biblioteca Virtual de Saúde, nas bases de informações LILACS, BDENF, MEDLINE e SCIELO, com recorte temporal de 2011 à 2018. O estudo objetivou em descrever os encadeamentos da Doença Renal Crônica na qualidade de vida de pacientes em hemodiálise e caracterizar o impacto na qualidade de vida de pacientes em hemodiálise. Após a leitura reflexiva dos artigos encontrados, emergiram 4 categorias: Doença Renal Crônica; As complexidades da Hemodiálise (HD) e da Fístula arteriovenosa (FAV); O impacto na Qualidade de vida dos pacientes com Doença Renal Crônica; O enfermeiro e sua atuação frente ao quadro clínico do paciente em uso de hemodiálise. Por fim, conclui-se que a complexidade no atendimento a pacientes com DRC se dá, em especial, pela abordagem do tratamento que será adotada. Isso se dá pelo fato de que ao se diagnosticar a Doença renal crônica (DRC), será preciso avaliar também a viabilidade dos tratamentos disponíveis, existência de outras doenças, além dos fatores sociais e emocionais que possam ter influência sobre a terapêutica.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Federal de Saúde

Enfermeiro. Mestrando Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa da Universidade Federal de Saúde

Denilson da Silva Evangelista , Graduando em Enfermagem pela Universidade Iguaçu. Preceptor do curso de graduação em Enfermagem da UNIG; Enfermeiro no Hospital Carlos Chagas; enfermeiro Centro de Atenção em Saúde Funcional (CASF) Ramon Pereira de Freitas; Pós-Graduando em Enfermagem em Alta Complexidade pela UNESA. E-mail: denilsonevan@gmail.com

Graduando em Enfermagem pela Universidade Iguaçu. Preceptor do curso de graduação em Enfermagem da UNIG; Enfermeiro no Hospital Carlos Chagas; enfermeiro Centro de Atenção em Saúde Funcional (CASF) Ramon Pereira de Freitas; Pós-Graduando em Enfermagem em Alta Complexidade pela UNESA. E-mail: denilsonevan@gmail.com

Júlio César Figueiredo Júnior, Enfermeiro. Graduado pela Faculdade de Saúde Ibituruna – FASI; Pós-Graduado em Saúde da Família e Protocolo de Manchester (IPEMIG). E-mail: julio.enf_@hotmail.com

Enfermeiro. Graduado pela Faculdade de Saúde Ibituruna – FASI; Pós-Graduado em Saúde da Família e Protocolo de Manchester (IPEMIG). E-mail: julio.enf_@hotmail.com

Julio Gabriel Mendonça de Sousa, Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. E-mail: juliogabriel33@gmail.com

Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. E-mail: juliogabriel33@gmail.com

Publicado
2020-12-16