http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/issue/feed Revista Mosaico 2020-07-31T17:14:31-03:00 Angelo Ferreira Monteiro revista.mosaico@universidadedevassouras.edu.br Open Journal Systems <p>A Revista Mosaico (R. Mos.) é uma revista multidisciplinar de humanidades, e vem abrir espaço para a publicação de pesquisas de professores, pesquisadores e alunos, não só da instituição sede, como de outros centros de pesquisa e reflexão acadêmicas.</p> <p>eISSN: 2178-7719</p> http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2347 Expediente v11 n1 2020-06-29T14:14:45-03:00 Editora das Revistas da Universidade de Vassouras editorauss@universidadedevassouras.edu.br 2020-06-17T18:07:49-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2348 Editorial v11 n1 2020-06-22T17:57:36-03:00 Editora das Revistas da Universidade de Vassouras editorauss@universidadedevassouras.edu.br 2020-06-17T18:07:09-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/1885 Governança Global 2020-06-19T19:17:27-03:00 Gabriel Silva Rezende gabrielsrezende@hotmail.com Nathália Eiras Nascimento eiras.nathalia01@hotmail.com <p>O presente artigo busca demonstrar a relevância e pertinência da governança global frente a questão ambiental. Este trabalho tem por objetivo analisar desafios que se colocam à consolidação de um sistema de governança ambiental global. Considerando que a questão ambiental diz respeito a um bem público global, sobrepondo-se, pois, aos limites estabelecidos pelas fronteiras físicas dos Estados-Nação, a fragmentação da estrutura organizacional do sistema de governança transnacional em vigor atualmente. Aborda, de modo teórico, a atuação de diferentes atores com o propósito de por meio da governança Global de encontrar soluções viáveis e aplicáveis diante das limitações sistêmicas para a proteção do meio ambiente, pautado no desenvolvimento sustentável, possibilitadora de condições ambientais dignas para as futuras gerações.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2240 O bordado Kalocsai: entre significados e ressignificações 2020-06-19T19:17:29-03:00 Karolina Cabral Kosa karolikosa@hotmail.com Débora Pires Teixeira deborapite@gmail.com Carolina Morgado Pereira carolina.morgado.carol@gmail.com <p>Na presente pesquisa analisa-se a ressignificação de um símbolo cultural Húngaro em território brasileiro, o bordado Kalocsai e sua aplicação em artigos do vestuário. &nbsp;Para tanto, foi utilizado como objeto de estudo uma toalha de mesa bordada à mão pela húngara Katalin Kosa, confeccionada no Rio de Janeiro, em 1972, que foi analisada em seus aspectos têxteis, técnicos e simbólicos. Conclui-se que, como um objeto da cultura material, o bordado Kalocsai realizado no Brasil apresenta aspectos têxteis e técnicos semelhantes aos produzidos em seu país de origem, no entanto foi ressignificado, funcionando como um elo cultural, a fim de perpetuar este aspecto que compõe a tradição húngara.</p> 2020-06-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2289 Mídias e Relações Interpessoais 2020-06-19T19:17:30-03:00 Fátima Niemeyer da Rocha fatimaniemeyer@hotmail.com Maria Gabriela Reis Barbosa reismariagab@gmail.com Patrícia Aparecida Alves da Cruz psi.patriciacruz@gmail.com <p>O estudo teve por objetivo apresentar uma revisão da literatura especializada acerca das influências que a tecnologia trouxe para as relações interpessoais na atualidade, especialmente as midiáticas, ou seja, mediadas pelas mídias, com o advento do capitalismo, alterando a maneira com que as pessoas se relacionam. Utilizou-se a teoria da Modernidade Líquida, de Bauman, para exemplificar a interferência da tecnologia na forma das interações que se estabelecem entre as pessoas na contemporaneidade. Buscou-se refletir sobre os vínculos descartáveis que, principalmente, as redes sociais possibilitam se estabelecer entre os sujeitos em seus relacionamentos. Dessa forma, verificou-se que estas influenciam e/ou alteram a maneira com que as pessoas constroem e mantêm as suas relações pessoais, em que os vínculos se tornam instáveis, assumindo uma liquidez que os caracteriza como fugazes, sem consistência e facilmente desfeitos.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2338 A Morte de Benjamin Benatar e Miguel Levy em Vassouras-RJ no século XIX 2020-06-19T19:17:31-03:00 Angelo Ferreira Monteiro revista.mosaico@universidadedevassouras.edu.br <p>Este artigo busca sanar algumas lacunas para entender o momento histórico do falecimento de Benjamin Benatar em 1859 e de Miguel Levy em 1878 em Vassouras-RJ no século XIX. Benjamin Benatar era um negociante próspero da Vila de Vassouras, elevada à cidade em 1857. Benatar se casou na Igreja Católica, onde batizou seus filhos e foi padrinho de um sobrinho. No entanto, no leito de morte expressou sua última vontade, morrer na sua fé judaica, causando uma situação inusitada na cidade de Vassouras do Oitocentos, pois o único cemitério disponível era cristão. A família solicitou uma sepultura eclesiástica, o tribunal eclesiástico montou um processo e após oito dias, ouvindo testemunhas, análises e aplicando a sentença de negação de sepultura de acordo com as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. A viúva de Benatar recorreu à Mesa da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia, composta por seus compadres que em reunião ofereceu à família, como último local para descanso daquele que tanta alegria e prosperidade trouxe para a cidade, o jardim da instituição hospitalar. Quase duas décadas depois, Miguel Levy faleceu e por também professar a fé judaica foi sepultado no mesmo jardim que Benatar. Como metodologia para esta pesquisa utilizamos fontes primárias, jornalísticas e revisão de literatura da temática. Esperamos ter contribuído com alguns pontos que poderão esclarecer dúvidas quanto ao caso destes dois judeus em Vassouras no século XIX e oportunizar novas pesquisas sobre a temática.</p> 2020-06-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2245 Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Educação Especial 2020-06-19T19:17:35-03:00 Rosangela Costa Soares Cabral rosangellacabrall@gmail.com Allan Rocha Damasceno lepedi-ufrrj@hotmail.com Célia Regina Machado Januzzi Loureiro celia.predrov@gmail.com Joana Rocha Moreira joanadarochamoreira@gmail.com Sonia Maria Lourenço de Azevedo sonietka@uol.com.br <p>Discutir sobre as concepções e os impactos do Atendimento Educacional Especializado (AEE), é um grande desafio perante a especificidade do público caracterizado como público-alvo da Educação Especial (PAEE), que por intermédio das lentes da Teoria Crítica, usada como suporte teórico para estabelecer um panorama crítico, buscando problematizar as questões históricas, sociais, econômicas e culturais que contribuíram para o estudo, relacionando-as à educação inclusiva nessa modalidade de ensino. As discussões deste artigo buscam caracterizar as leis atuais em vista o atendimento das demandas educacionais e pedagógicas dos estudantes público-alvo da educação especial e refletir acerca de sua implicação na inclusão desses estudantes. Como procedimentos/instrumentos metodológicos foram utilizados a análise documental referente às políticas públicas inerentes ao Atendimento Educacional Especializado (AEE). Os resultados desta investigação revelam a luta constante por uma escola inclusiva/democrática, através de um atendimento que contribua para o real desenvolvimento desse público, combatendo os processos exclusórios sofridos não só pelas pessoas com deficiência, mas por todos aqueles que são marginalizados historicamente.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2078 A fenomenologia como possibilidade epistemológica de uma crítica às teorias do desenvolvimento infantil 2020-06-19T19:17:41-03:00 Maira Prieto Bento Dourado mairadouradopsi@gmail.com <p>&nbsp;</p> <p>O presente artigo propõe fundamentar epistemologicamente a necessidade do pensamento crítico em relação às&nbsp; teorias do desenvolvimento humano utilizadas pela psicologia.&nbsp; Aqui procuramos introduzir uma crítica a partir da fenomenologia e de elementos que caminham na contramão do modo hegemônico de pensar a ciência sobre a vida humana. A doutrina fundamentada em Husserl e Heidegger aponta o empenho em problematizar o modo de fazer ciência hegemônico de suas épocas, apresentando a fenomenologia como um caminho possível para romper com o positivismo e com os imperativos da ciência moderna. A psicologia Fenomenológico-Existencial absorveu essa cadeia de críticas: oposição ao pressuposto de um sujeito (reduzido), seja como aparato psíquico, seja comportamental. Nesse sentido a postura da nos permite explorar propostas de investigação que cultivam novos caminhos para alcançar novos resultados que reconhecem o desenvolvimento infantil e humano num curso não-linear, porém progressivo dos ciclos da vida, no qual não existe a obrigatoriedade de se passar por todos os ciclos.</p> <p>Palavras-chave: desenvolvimento infantil; fenomenologia; epistemologia; Heidegger; Psicologia Fenomenológico-Existencial</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2274 Serviços de Acolhimento Institucional infanto-juvenil: desafios históricos e possibilidades de atuação do psicólogo 2020-06-19T19:17:43-03:00 Carine Moreira Estevan carinnestevan@gmail.com Letícia Verciano Baltor leticiabaltor@gmail.com Roberta Barbosa da Silva psic_roberta@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo problematizar a relação entre acolhimento institucional, pobreza e negligência familiar, além de realizar um apontamento dos desafios e contribuições da Psicologia nos serviços de acolhimento. Sendo assim, foi utilizada uma revisão da literatura especializada, abarcando o caráter plural da institucionalização infanto-juvenil no Brasil e sua construção histórica. Nesse sentido, indica-se a produção da família pobre como negligente e a ineficiência do Estado mediante às políticas públicas e sociais na garantia de direitos deste público. Discorre-se ainda, sobre as atuações possíveis do profissional de Psicologia diante do processo de institucionalização. Durante a produção do presente artigo, foi possível identificar o papel político do Psicólogo(a) frente à rede de atendimento e garantias de direito, além da sua atuação referente à ressignificação de histórias e sua função como facilitador do protagonismo infanto-juvenil.</p> 2020-06-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2225 Dificuldades no enfrentamento da morte e do morrer por profissionais de saúde 2020-06-19T19:17:51-03:00 Fátima Niemeyer da Rocha fatimaniemeyer@hotmail.com Adriana Marley Ferreira Marinho Avellar adrianinhapsi@gmail.com <p>As reações diante da morte e do morrer foram se modificando com o passar dos tempos. Essas modificações são acompanhadas pelo desenvolvimento tecnológico, cultural, religioso, científico e social. A morte que, no passado, era vista como um acontecimento social, comunitário, público e doméstico, agora se dá cada vez mais dentro dos hospitais. Ela ainda é vista como um tabu pela sociedade contemporânea, um tema proibido e, para os profissionais de saúde, pode ser interpretada como um fracasso, uma vez que a hospitalização da morte acarreta um maior envolvimento desses profissionais, uma consequência desse novo panorama. O estudo teve como objetivo investigar o preparo dos profissionais de saúde, atuantes em hospitais, para o enfrentamento da morte e do morrer, a partir de sua percepção individual das dificuldades que enfrentam diante da morte do paciente. Os resultados revelaram que, durante a formação acadêmica, grande parte dos profissionais não recebeu preparo para lidar com a morte e o morrer. A reflexão e a discussão sobre o tema pode ser um fator contribuinte para ajudar esses profissionais a trabalhar com situações onde a morte seja a protagonista.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2286 Da farda ao fardo: 2020-06-19T19:17:53-03:00 Beatriz Barbosa de Assis beatrizbarbosadeassis@gmail.com Ana Carolina Costa da Roza accroza222@gmail.com Adriana Vasconcelos da Silva Bernardino adriana.uss@gmail.com <p>Os policiais militares são profissionais responsáveis pelo cumprimento da política de segurança pública, pela garantia da ordem e da proteção da sociedade. Atualmente, estão imersos em uma forte cultura estabelecida por anos, que desconstrói sua individualidade e traz a sensação de pertencimento a um grupo com estilo de vida e padrões de comportamentos distintos da sociedade em geral. Esses profissionais respondem como funcionários públicos do Estado, sem horários predeterminados, em atividades violentas, arriscadas e com risco iminente à vida. Tais fatores podem contribuir para o adoecimento psíquico, resultando em transtornos como ansiedade, depressão e estresse. Em casos mais graves, observa-se o afastamento da função e casos de suicídio. O presente trabalho foi fundamentado por meio de revisão bibliográfica, e tem por objetivo realizar um levantamento sobre as repercussões psíquicas relacionadas à atividade policial, refletindo sobre os fatores culturais que as despertam. Conclui-se que é necessário pensar novas estratégias para contribuir de maneira ampla com condições melhores e mais dignas de trabalho, bem como estimular mudanças no pensamento social de que o policial militar deve manter o lugar de ser humano indiferente aos seus sentimentos e fraquezas.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2278 Quando os discursos transformam e transtornam: uma abordagem psicossocial das práticas alimentares sobre corpos femininos 2020-06-19T19:17:55-03:00 Natália Ferreira nat_sferreira@yahoo.com.br Rafaela Barbosa de Sá rafabarbosa58@gmail.com Paulo Cesar Toledo almeida.pct@gmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo identificar como os discursos sociais afetam o corpo e influenciam nas práticas alimentares do público feminino. Através de revisão bibliográfica de artigos científicos e tendo como base a autora Naomi Wolf foi discutido como o corpo, principalmente das mulheres, é alvo de práticas de controle que acarretam na disfuncionalidade da ingestão de alimentos e na insatisfação corporal, dando início aos transtornos alimentares.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Palavras-Chave: Corpo. Transtornos alimentares. Padrão de beleza.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2269 As práticas em psicologia hospitalar e os afetos no profissional psi 2020-06-19T19:17:55-03:00 Vanessa Medeiros vanessasantos_med@hotmail.com Vanessa Mariano da Silva editorauss@universidadedevassouras.edu.br Maria Clara de Mello Andrade mariamelloandrade@hotmail.com <p>A partir de pesquisa bibliográfica pretendemos expor a forma como se engendra a psicologia hospitalar no Brasil e refletir as maneiras que as vivências profissionais podem afetar a psicóloga (o), bem como o manejo frente às demandas que perpassam suas experiências pessoais. Primeiramente será abordado o contexto histórico em que a psicologia adentra o hospital tornando-se presente nesse espaço, fazendo então um paralelo entre as práticas profissionais, os afetos encontrados ali e os possíveis manejos que o psicólogo se utiliza para realizar seu trabalho. Conclui-se, portanto, refletindo que a dinâmica hospitalar perpassa muitas vezes as vivências do profissional e que este, por sua vez, precisa estar munido de instrumentos e autonomia para trabalhar as demandas que podem emergir neste lugar</p> 2020-06-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2282 O papel do (a) Psicólogo (a) na Unidade Básica de Saúde sob uma Perspectiva da Psicologia da Saúde 2020-06-19T19:17:56-03:00 MARIA HELENA PINHEIRO GOMES denizzebernardo@hotmail.com DENIZE BERNARDO denizzebernardo@hotmail.com BÁRBARA BATISTA SILVEIRA babie.silveira@hotmail.com <p>Este artigo de revisão da literatura especializada tem como objetivo trazer a discussão das práticas da psicologia da saúde dentro da Unidade Básica de Saúde (UBS). &nbsp;Para tanto, foi realizada uma pesquisa, através da busca ativa de informações em livros, revistas e artigos acadêmicos. A partir do levantamento da literatura revisada, evidenciamos a grande necessidade da atuação do (a) psicólogo (a) na Unidade Básica de Saúde. A psicologia na UBS é voltada para o acolhimento e a escuta terapêutica, e tem como proposta oferecer uma importante contribuição na abordagem contextualizada e integral dos indivíduos, familiares e toda a comunidade assistida. Diferenciando-se de uma prática curativa e individualizante, as ações estão voltadas para a promoção da autonomia, conscientização e empoderamento, visando à transformação social e melhora na qualidade de vida dentro do processo saúde-doença.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Psicólogo. Psicologia da Saúde. Unidade Básica da Saúde.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2259 Psico-oncologia: A atuação do Psicólogo junto aos familiares e ao paciente oncológico 2020-07-31T17:14:31-03:00 Eleni Severino dos Santos Pio eleni3.pio@gmail.com Maria Clara de Mello Andrade mariamelloandrade@hotmail.com <p>O câncer é uma patologia que pode interferir de forma significativa na vida do sujeito e de seu familiar/cuidador. Neste contexto, surge a Psico-oncologia, uma área de interface entre a Psicologia e a Oncologia. O presente estudo busca analisar o papel da Psico-oncologia na trajetória do doente e de sua família no processo de adoecimento do câncer. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, através da busca ativa de informações em livros, revistas e artigos acadêmicos. A partir do levantamento da literatura revisada, destacamos que a atuação do psicólogo no cuidado oncológico se dá por meio do apoio psicossocial e psicoterapêutico através de grupos de apoios, acolhimento, assistência, escuta, entre outras práticas, visando propiciar um melhor enfrentamento da doença entre os envolvidos. De modo geral, pode-se inferir que a Psico-oncologia é uma ferramenta contemporânea e indispensável na promoção da qualidade de vida ao paciente com câncer, a sua família e à equipe que o acompanha.</p> <p>Palavras-chave: Câncer. Família. Paciente. Psico-oncologia</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2081 Violência contra a mulher: Atuação do psicólogo às vítimas 2020-06-19T19:17:59-03:00 Naiara Paula dos Santos Campos naiarapaulasantoscampos@gmail.com Carolina Monsores da Silva carolinamonsores@hotmail.com Thais Leite reis thaisreispsico@gmail.com <p>Objetiva-se neste artigo, aclarar sobre a violência contra a mulher e a atuação do psicólogo nos atendimentos. Utilizou-se a revisão bibliográfica em artigos, teses, dissertações e livros retirados da internet na plataforma do Google. Procura-se demonstrar que a violência doméstica se caracteriza como uma forma de violência de gênero. Bem como, discorrer que essa violência constitui-se como ações perpetradas no âmbito interpessoal e/ou relacional, tendo como alvo sumário a mulher. Considerando que a violência não ocorre em plano recente, mas que vem acontecendo há décadas. Ainda explana-se o papel do psicólogo nos atendimentos à mulher e também ao agressor. Pretende-se compreender a violência contra as mulheres em seu amparo legal e promover uma reflexão de seus efeitos, a fim de ressignificarem suas vidas.</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2284 Considerações sobre a importância da fala na psicanálise e sua afinidade com o programa de doze passos de Alcoólicos Anônimos 2020-06-19T19:18:00-03:00 Ana Lúcia Cavalcanti de Silva alcas477@hotmail.com Fernanda Cabral Samico fesamico@gmail.com <p>O trabalho tem como finalidade articular, sob o ponto de vista da psicanálise, os efeitos produzidos pelo ato de fala direcionada ao ouvinte, em dois ambientes discursivos distintos, apontando para a importância da linguagem na estruturação do inconsciente. Pretende levar, a partir de um recorte, informação sobre a dinâmica de funcionamento de um grupo de A.A. -&nbsp; irmandade norteada por um programa de doze passos - que assim como a psicanálise, porém sem substituí-la, lança mão do discurso do sujeito que traz consigo uma demanda, um sofrimento, para promover a sua recuperação E, mais especificamente, lançar um apelo no sentido de abrirmos a mente para o reconhecimento desse espaço de “cura”, traduzida segundo Freud como “a reorganização do Eu”, […] Efetivamente, Freud fala da ampliação do Eu&nbsp; e define a cura como a produção de um ser psíquico novo. Mesmo assim concebida, a cura continua sendo uma ideia, um ideal vago. (1927)</p> 2020-06-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/2349 Revista Permutada 2020-06-19T19:18:02-03:00 Editora das Revistas da Universidade de Vassouras diretoria.editora@universidadedevassouras.edu.br 2020-06-19T12:21:57-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Mosaico