COVID-19 e Meio Ambiente: Uma Relação Essencial em Frente ao Pânico de uma Pandemia

  • Ana Carolina Roma do Carmo
  • Ana Paula Amaral Ribeiro
  • Paloma Martins Mendonça
  • Carlos Manuel Dutok Sánchez
  • Angelo Ferreira Monteiro
  • Lígia Marcondes Rodrigues dos Santos Editora Chefe das Revistas da Universidade de Vassouras
  • Margareth Maria de Carvalho Queiroz

Resumo

O vírus SARS-CoV-2, agente etiológico da COVID-19, veio trazer pânico ao mundo de forma gradativa, considerando que este poderia agir e provavelmente se modificar dependendo das condições geográficas, climáticas e do cumprimento ou não de medidas preventivas de cada país. Este vírus pertence ao grupo dos “coronavírus” e se dispersou até atingir a categoria de pandemia com epicentro na cidade de Wuhan, na China, no final do ano de 2019; outros epicentros surgiram ao longo dos meses subsequentes. Atualmente, os noticiários, órgãos competentes e o poder público mantêm a sociedade informada a todo instante e atuam em prol do controle da transmissão deste vírus. Essas ações conjuntas contribuem para a diminuição do número de casos positivos e de mortes. A ciência e as pesquisas agregam valores fundamentais e embasam o combate deste vírus, constituindo assim os pilares do conhecimento essencial relacionado às informações transmitidas à população. Esse artigo debruça atenção na relação que existe entre o surgimento da pandemia e a necessidade do isolamento social, com o intuito de limitar a disseminação do SARS-CoV-2 a nível global, em consonância com o meio ambiente. Debate ainda alguns questionamentos principais: como estão se comportando os parâmetros de monitoramento ambiental neste contexto? Que influência tem o isolamento social e/ou as modificações na rotina da civilização humana contemporânea relacionada ao meio ambiente? O que de positivo resultou por parte dos órgãos de gestão, e poder público quando a sociedade questionou medidas de controle de saúde pública? Até que ponto houve diminuição dos índices de poluição, reaparecimento e incremento na riqueza e abundância da fauna em regiões onde se consideravam quase extintas? Outros benefícios surgiram como melhoria da qualidade das águas, a partir do estabelecimento do isolamento social e quarentena? Qual a credibilidade e reconhecimento da ciência neste quesito? Se demonstra a relação negativa da ação antrópica em relação com o meio ambiente na origem desta doença pandêmica. Os resultados positivos se evidenciam na regeneração natural do meio, fenômeno que não era observado no cotidiano; e ressalta que é possível que se busque ações continuadas em prol da recuperação do ambiente como o novo normal. Logo, existe uma questão positiva de observação da melhoria dos ecossistemas a partir da menor atividade humana, ou ainda melhor, maior estímulo à consciência ambiental, sendo assim é possível reforçar a necessidade de adquirirmos uma consciência ambiental para obter uma melhor qualidade de vida que garanta uma saúde pública única (universal), inclusiva e ideal. O estudo conclui e apresenta a utilização de pesquisa qualitativa em artigos e reportagens, incluindo o acompanhamento dos dados referentes à COVID-19, que transmite o objetivo de apresentar o atual cenário de pandemia com relação ao meio ambiente, garantindo o conhecimento amplo das consequências de ações errôneas.

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Publicado
2020-12-17
Seção
Dossiê Temático: Estado: Formação Social, Políticas Públicas, Meio Ambiente e Em